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12 de set. de 2010

jumpstyle


O "Jumpstyle" é uma dança e um genêro musical praticado principalmente na Europa, especialmente nos Países Baixos, Bélgica, Alemanha, e norte da França. A dança também é chamada de Jumpen (palavra inglesa Jump + sufixo holandês -en que significa "pular", ou "pulando"). O Jumpstyle surgiu em 1997 na Bélgica.
Performance
A dança moderna associada com o Jump, evoluiu a partir do Hakken-dance (conhecida como Garber, popular nos anos 90). O Jump moderno também é chamado de Skien. A performace com mais de uma pessoa é a mais popular. As pernas são as partes do corpo mais importante no Jumpstyle. É realizado através de uma série de oscilações com as pernas, para frente e para trás no ritmo da música. Um dos modos mais simples de dançar Jumpstyle é a forma OldSchool, no qual a base é feita da seguinte maneira:
Pule duas vezes (apenas antes de começar a sequência, como se estivesse aquecendo-se)
Chute a perna direita duas vezes para frente, ao mesmo tempo, pule. O pé tem que estar na mesma altura que o joelho.
Chute a perna esquerda uma vez para frente.
Jogue a perna esquerda para trás, sem tocar o chão com o bico do pé.
Em seguida, jogue a perna direita para trás, tocando o chão com o bico do pé.
Repita o processo desde o segundo passo.
Os demais passos mais difícies incluem giros e assim por diante.
Música
A música que acompanha o Jumpstyle é descendente do Happy hardcore e Gabber. Suas batidas são geralmente entre 135 a 190 BPM. Mas ela não pode ser encarado como um simples avanço do Gabber. É caracterizada por uma 909 kick drum usadas em 4 tipo de batidas. Ela também tem influências de Chicago House e Hard dance. Hoje, Jumpstyle tem seu próprio estilo de música, que recebe o mesmo nome da dança.
Variações
Jumpstyle pode ser realizadas de várias formas:

OldSchool Jump: Foi com base nesse primeiro movimento que a dança recebeu o nome de Skien. Mais tarde surgiu um certo padrão que foi uma combinação de chutes para frente e para trás em cima da Base, e mais tarde, vieram alguns movimentos como giros.
Hardjump: É a variação mais difícil do Jumpstyle. A etapa básica é diferente dos outros e os saltos são mais fortes em direção ao chão.
Tekstyle: Tekstyle é uma 'fusão' de jumpstyle com o tektonik (estilo de dança onde os movimentos são bem elásticos e soltos); tem uma base diferenciada das demais e muitos giros usando apenas uma das pernas. Dançarinos mais conservadores não a encaram como parte do Jumpstyle.
Starstyle: Este estilo é dançado a uma longa distância em horizontal. É errado dizer que Starstyle é a mesma coisa que Tekstyle.
Freestyle: Nesse tipo de estilo, o Jumpstyle vira qualquer tipo de variação. Como não há restrições específicas. Muitas vezes o dançarino inventa o passo na hora, sem tentar fugir muito do estilo.
Ownstyle: Muito parecido com o Freestyle, porém não há passos inventados. O Ownstyle é uma combinação feita pelo OldSchool Jump, Hardjump, Tekstyle e pelo Starstyle. É uma forma não oficial, recém criada pelo grupo polonês "The Legendary Team", porém é bastante conhecida.
Duojump: Jumping com dois (ou mais) pessoas ao mesmo tempo, com os mesmos passos. Geralmente, os dois (ou mais) dançarinos tem praticado a rotina antes de apresentarem. A maioria dos que dançam em dois ou mais preferem combinar os passos do OldSchool por serem mais fáceis.
Sobre Jumpstyle
Koen Bauweraerts (DJ Coone): "Jumpstyle se tornou um estilo de vida, assim como o Hip-hop e o Techno. Para mim, é a melhor festa em torno de música. Não há outro estilo que faz você ir a loucura e esquecer das preocupações."
(olha o que o dj disse *.*)

Tecktonik


O Tecktonik (ou TCK), é um estilo de dança com influências do hip-hop e da techno, também conhecido como Electro Dance, Milky Way ou Vertigo, significa uma dança baseada em derivados de movimentos atípicos jumpstyle belga e adaptado ao ritmo da música hardstyle . Praticada desde o início dos anos 2000 durante a noite Tecktonik Killer da boate Metrópole em Rungis, esta dança tem sido popularizado rapidamente através da boca, através de vídeos publicadas nos sites da comunidade e hospedagem vídeos e especialmente durante a Techno Parade 2007, em Paris. Ela então se espalhar para o resto da França, Bélgica, Suíça e na América do Norté.
Este estilo tem origem nos suburbios a sul de Paris (França) e tem ganho popularidade através do passa-a-palavra, de sites de partilha de video como o YouTube, também nas ruas de Paris dançam para os turistas a fim de divulgarem este novo estilo. A Tecktonik apareceu numa discoteca em Paris chamada Metropolis no ano de 2000.
O termo Tecktonik é uma marca registada. É a primeira vez que um estilo de dança é protegido desta forma e tem criado desentendimentos em alguns eventos de dança. Note-se que a Tecktonik não é um estilo de música. O vestuário dos dançarinos de Tecktonik é normalmente roupa justa, desde casacos, camisolas e calças com penteados futuristicos.
História
O Tecktonik teve origem em França.Em 2000, Cyril Branco e Alexandre Barouzdin organizar Tecktonik Killer noite como parte de seu projeto Tecktonik Eventos cujo objectivo era o de promover na França dois estilos musicais da Bélgica e dos Países Baixos: hardstyle e jumpstyle. Este projecto previa a Metropolis, a criação de três tipos de noites em que foram programados para atender DJs do domínio de hardstyle: noites Blackout,Tecktonik Killer e Electro Rocker.
Paralelamente à noite Tecktonik Killers, Cyril Branco e Alexandre Barouzdin criaram, com a ajuda do designer comercial, todos os símbolos em torno do fenómeno tecktonik: cores fluorescentes, etc. Muitos produtos derivados dessas noites são: competições, uma marca de roupas, bebidas energeticas,CDs, etc. Dois outros clubes parisienses então surgiu a partir de Metropolis: Mix Club e Red light.
O Tecktonik teve crescimento e sucesso na França através de comícios espalhados nas ruas e vídeos disponíveis na Internet. Durante 2007,através de meios de comunicação social com interesse no fenómeno contribuindo assim para a sua disseminação. A dança ficou conhecida do grande público apos aparecer em clipes como Alive - Mondotek, A Cause Des Garçons - Yelle, Je Vais Vite - Lorie, etc. Em 15 de setembro de 2007, o Techno Parade, ajudou a estabelecer a visibilidade da Tecktonik.
Em novembro de 2007, a TF1-Empresa tornou-se o funcionário Internacional Tecktonik com o objectivo de promover a marca no exterior da França.
Hoje, tecktonic é generalizada, mas para utilizar a expressão "tecktonic" ou organizar noites "TCK", os clubes devem obter permissão de Cyril Branco e Alexandre Barouzdin.
Relação ao facismo
Para explicar melhor essa história de relacionamento ao facismo, tem de conhecer um pouco mais as festas Tck ! No início das festas Tck no metropolis, a maioria dos clientes eram brancos, porque tem mais brancos na frança e também porque é um estilo de música que ainda era pouco escutado pelas populações de origem estrangeira. Onde a maioria dessa população mora (suburbio de Paris) as músicas escutadas eram sobre tudo o Rap, cantado por pessoas da mesma condição e que na maioria dos casos incentiva violencia contra a policia, e revolução contra a República. A educação, as intuitições, as administrações, nunca incentivarão esse jovens a se sentir franceses tanto que a maioria nascido na frança e que nunca saíram do territorio se sentiam estrangeiros. Mais ao passar dos anos, e a aparição de Djs de música eletronica de origem estrangeira, essas comunidades começaram a ter um representante e o ser humano tem mais aceitação das coisas quando é alguém que parece com ele que o convida para conhecer. O fenomeno bombou em 2007 porque mesmo se ele foi moda muito rapido nas classes alta e media alta, ele também foi nas classes medias e pobres ! As festas Tck era comum ver uma pessoa de origem africana, o outra, subir no palco para fazer um "battle" de dança. Aguia até la nunca tinha sido vista como um símbolo fascista. O problema ocoreu quando um "flyer" foi distribuido onde para fazer a publicidade da próxima festa Tck se via uma foto onde era facil reconhecer o chapeu usado pelos SS (Tropa de elite do exercito alemão que cuidavam da deportação dos judeus), uma mascara de piloto de avião de caça mas com fumaça por tras (o que lembra as mascaras a gazes usadas pelos SS para entre nas salas onde eles matavam judeus com gazes mortais) e logico a aguia do Tck que foi assimilada a aguia Nazista. O que ninguem percebeu, é que era o "flyer" do 31 de outubro festa de Halloween que é uma festa onde todo mundo se fantasia de monstro etc ... Isso apenas foi uma brincadeira, talvez de mal gosto mais brincadeira ...

Rebolation


Rebolation (pronunciado como reboleixon) é um estilo de dança proveniente das raves de psy trance, e divulgada pela Internet[1] que possui como característica a dança sob música eletrônica, movimentando os braços e as pernas de forma solta, pelo solo, onde o dançarino parece deslizar na superfície. Na dança Rebolation, são utilizados varios passos, e o principal seria " andar " para frente, praticamente jogando um pé para frente e virar o outro para trás, dando uma impressão de deslizamento como o citado. Algumas pessoas consideram a dança rebolation uma arte, e usam a dança como uma forma de lazer.

psy trance


Trance psicadélico (português europeu) ou trance psicodélico (português brasileiro) (referido ainda como psy trance) é uma forma de música eletrônica desenvolvida no fim dos anos 1980 em Israel a partir do Goa trance (da Índia , Goa). Este estilo tem uma batida rápida, entre 135 e 165 batidas por minuto (bpm), além da batida forte de kick, num compasso 4x4, que algumas vezes difere da batida do techno por ter um alcance de freqüência um pouco mais alto além dos sons graves. O Goa trance original geralmente era feito com sintetizadores modulares e samplers de hardware, mas a preferência no trance psicodélico se direcionou para a manipulação de samples e armazenamento em programas de sampleamento VST e AU. O uso de sintetizadores analógicos para a síntese sonora deu lugar aos instrumentos "analógicos virtuais" digitais como o Nord Lead, Access Virus, Korg MS-2000, Roland JP-8000 e os plugins de computador VST e AU como o Native Instruments Reaktor. Esses geralmente controlados por um sequenciador MIDI dentro de um programa de Digital Audio Workstation (DAW). O trance psicodélico é freqüentemente tocado em festivais ao ar livre(longe de grandes centros urbanos), que podem durar vários dias, com a música tocando 24 horas por dia.
O surgimento do estilo no Brasil


Em Trancoso, sul da Bahia, reduto hippie dos anos 1960 e 1970, o trance psicodélico apareceu no final da década de 1980, logo após seu desenvolvimento em Goa, com a vinda de estrangeiros[1]. Já na década seguinte, apareciam as primeiras raves no estado de São Paulo. No final dos anos 1990 e início do século XXI, no Brasil o estilo se tornou popular com diversos festivais e festas reunindo mais de vinte mil pessoas ocorrendo ao longo do ano e em diversas metrópoles do país, e cada vez mais ganhando aceitação do público em geral.
Atingindo grande popularidade em 2007, o termo Psy Trance (do mesmo modo que acontecia em relação ao techno, no passado) é erroneamente usado para se referir a todos os estilos de música eletrônica mais dançantes ou animados. Muitas músicas chamadas de Psy Trance pela mídia e fãs em geral, na verdade são House, por exemplo.
Vertentes do estilo


É um dos mais populares estilos de música eletrônica nos últimos anos, e vem sendo tocado desde raves específicas para este estilo até clubes mais comerciais. É bastante psicodélico, tendo como característica principal a idéia de transe em que o ouvinte entra, embalado pelas linhas de sintetizador repetidas ao longo das batidas da música, que consiste num ritmo 4/4. Desde o seu surgimento, o trance já passou por várias mudanças. De acordo com os detalhes em sua estrutura, podem ser dos estilos Progressive, Dark e Psychodelic, entre outros. Cada vertente tornou-se independente, formando uma escola para os artistas envolvidos. Sendo assim, é possível acompanhar a evolução da cena psicodélica em particular.
Dentro da cena atual, a produção de música eletrônica é abundante e rica em qualidade, dividindo-se nitidamente em três fortes correntes principais: Full On, Progressive e Dark.
Full On




É a vertente mais pesada e rápida do Psy Trance. Seus baixos são corridos com muitas variações de tons, sintetizadores ao extremo e por uma grande oscilação entre momentos de euforia total e melodias bem trabalhadas, geralmente construídas entre 142 e 150 bpms. É sem dúvida um som que tem um apelo dançante. É extrovertido e convidativo à expressão corporal da dança. Seus elementos vão entrando, cada um em seu tempo, até que a música enche, e então explode. Alguns da vertente são: Alien Project, Didrapest, Logica(Alok & Bashar), Bizarre Contact, Shanti, Krome Angels, GMS, Infected Mushroom, Painkiller, Astrix, Talamasca, Sub6, 1200 Micrograms, 220v, Growling Machines, Mahamudra, Exaile, Paranormal Attack, Dynamic. São alguns exemplos.
O Full On se divide em:


Morning: sub-vertente que é mais comum no período da manhã nas festas, com muito groove e muita melodia. A maior parte dos "mornings" vem de Israel. Alguns exemplos: Astrix, Protoculture, Vibe Tribe, Melicia, Bamboo Forest e Sesto Sento.



High Tech: sub-vertente muito comum no período da tarde nas festas, é derivado do morning, e tem mais efeitos eletrônicos. Os maiores produtores de "high tech" são Israelenses. Alguns artistas da sub-vertente: Perplex, Phanatic, Switch, Freedom Fighters, Eskimo, Mekkanikka e Ananda Shake.


Night: sub-vertente que se destaca pelo mix de elementos do Dark Trance (batidas pesadas, sintetizadores sombrios) com um ritmo mais acelerado, poucas melodias e é mais dançante. O projeto mais conhecido de night, embora muitos o considerem "dark" é o Shift. Alguns artistas da sub-vertente: Azax Syndrom, Damage, Killer Buds, Iron Madness, Menog, Abomination, Zion Linguist e Digital Talk. São alguns exemplos.



Groove: sub-vertente que não distingue "night" ou "morning", tem como principal idealizador o projeto francês Talamasca é bem aceita em qualquer horário, utiliza também muito sintetizador, muita explosão, linhas de baixo mais incorporadas e pesadas de fácil assimilação. Projetos como Shove, Burn In Noise, Flip Flop, F.F.T., E-Fact, Wrecked Machines e Audio-X. São alguns exemplos.

Progressive
Vertente mais calma, lenta e extremamente lisérgica do Psy Trance, construída geralmente (mas nem sempre) entre 130 e 140 bpm. A oscilação é deixada de lado, o som é mais constante, retilíneo e crescente. Os sintetizadores são mais sutis, sendo a batida e a linha de baixo o que mais interessam ao trance. É uma música introspectiva, que busca equalizar as ondas do cérebro, e assim, chegar a um estado meditativo da dança. É o som típico de fim de tarde no qual, depois do Dark e do Full On, é muito aceita para descansar o corpo e a mente. Tem um kick bem leve e um baixo bem grooveado, passando por diversos tons que empolgam seu ritmo dançante. Exemplos são os produtores do Beat Bizarre, Zion in Mad, Metapher, Bitmonx, Ace Ventura, Analog Drink, Ticon e Atmos. O "prog" mescla várias vertentes e sub-vertentes da música eletrônica podendo caminhar entre o prog house, prog psy e prog dark, estando todos englobados no mesmo estilo (não há como classificar ou ter-se-ia nomenclaturas enormes do tipo minimal-progressive-electro-breaks). Ele pode ter um bassline com bastante groove, assim como nenhum groove.


DarkVer artigo principal: Dark Psytrance
Todas essas vertentes se completam, cada uma com seu momento dentro do ritual. A celebração psicodélica precisa tanto dos momentos de euforia e dança que o Full On proporciona no auge da festa, assim como do som barulhento e sinistro do Dark, além dos insights meditativos do Progressive após a energia ser trabalhada. Tudo no seu tempo e com harmonia.
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